segunda-feira, 18 de maio de 2015

Livros, dores e delícias da nova safra de escritores piauienses

Escrever é uma tarefa solitária, diz uma sentença sem aspas ou autor conhecido. Todos os dias, anonimamente, piauienses (e outros cidadãos no mundo inteiro), produzem histórias que viram contos, crônicas, postagens em redes sociais ou blogs na internet, matérias de jornal, poesias. Algumas delas têm um rumo certo: virar livro. E seduzir, prender atenções, fazer sonhar, provocar encantamento, arrancar sorrisos ou lágrimas de desconhecidos leitores.

Organizar ideias, pensamentos, histórias, versos, parágrafos em um livro não é fácil, nem barato. É um desafio lançar livros no Piauí, atestam Valciãn Calixto, Gabriela Aguiar, Demétrios Galvão e Fernanda Paz, da nova safra de autores da terra natal de literatas do quilate de O.G Rêgo de Carvalho, Assis Brasil, Da Costa e Silva, Mário Faustino, de uma lista imensa de gênios imortais.

Estes jovens autores conversaram com O Olho e falaram das dores e delícias de ser escritor no Piauí.


VALCIÃN CALIXTO

Formado em Comunicação Social pela Uespi (Universidade Estadual do Piauí), Valciãn Calixto, 24 anos, canta que o gosto pela literatura começou por volta dos 13, em leituras pontuais na casa da avó. “Eu costumava passar finais de semana na casa de minha falecida vó e tinha uma tia professora, ela possuía bom acervo de paradidáticos como Blackout, O Escaravelho do Diabo, outros, então meus primos mais velhos iam jogar bola, as mulheres da casa dormiam durante a tarde, meu vô jogava baralho até anoitecer com alguns tios e amigos”, relembra.

“O que me restava? Ler os paradidáticos e não só eles, livros de Redação e Gramática também que minha tia costumava usar em sala de aula. Por volta dos treze anos ganhei um caderno cuja capa me impressionou bastante, decidi que iria usá-lo apenas para escrever textos meus”, completa.

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